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Manuscritte















Olá, leitores! ♥


      Hoje vim falar de um tema muito legal e no qual eu sou viciado, isso mesmo, viciado no masculino. Não, eu não sou a Ju, a dona e proprietária do blog, permitam-me me apresentar: me chamo Elias Coelho, tenho 18 anos e curso publicidade e propaganda pela UFRN junto com a Ju, mas esse não é o nosso tema principal. Apresentações a parte, vamos para o que interessa.

      Ao longo dos meus 18 anos de vida, desde pequeno, sou muito viciado em desenhos animados, animes, filmes de animação e etc. ... e, hoje, vim apresentar a vocês uma animação que, segundo a minha humilde opinião, é uma das melhores animações da atualidade. Por quê? Vou listar pra vocês 6 incríveis motivos para que você assista no seu tempo livre Steven Universo, criado pela incrível Rebecca Sugar, distribuído pela Cartoon Network, Steven Universo conquistou milhões de fãs tanto crianças como jovens como este aqui que vos fala.

      Para quem não conhece a história vou falar um pouquinho de maneira bem resumida: 

"Protegido pelas Crystal Gems, uma equipe de guardiãs intergaláticas que usam o poder de gemas especiais presas em seus corpos para invocar armas mágicas. Os quatro Gems são: Garnet, Ametista, Pérola e Steven. Steven é um jovem garoto que ganhou uma gema de sua mãe, uma antiga Crystal Gem chamada Rose Quartz. Enquanto ele tenta descobrir o segredos por trás de sua gema presa em sua barriga, Steven passeia por Beach City ou por mundos diferentes com as Gems, seja salvando o universe ou apenas se divertindo."

      Sem mais enrolação vamos para os 10 motivos para assistir Steven universe:

1º  R E P R E S E N T A Ç Ã O  F E M I N I N A

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      A representação feminina em Steven universo é claramente muito forte. O desenho dá às mulheres papéis incríveis, a figura feminina no desenho é sinal de força e coragem. A própria música tema do desenho diz em um trecho: "nós somos as Crystal Gems nós sempre salvamos o dia não pense que não podemos, abaixo à covardia''. O que torna Steven Universo um dos desenhos com mais representação da mulher como ela realmente é: um símbolo de força e coragem.  

2º  D E S C O N S T R U Ç Ã O  D O  P A D R Ã O  C O R P O R A L


Resultado de imagem para steven universe gifs      O padrão corporal em Steven Universo é evidentemente um dos mais variados. O próprio Steven, por exemplo, como um dos personagens principais é um garoto baixinho e gordinho com cabelo cacheado, e o melhor, ele se sente muito bem com o seu corpo e não possui vergonha nenhuma de mostrar sua barriguinha com a Gem da sua mãe cravada em seu umbigo, o Steven não demonstra insegurança, é realmente uma representatividade corporal que muitas crianças precisavam ver em seus desenhos do dia a dia.

3º  R E P R E S E N T A Ç Ã O  D O  M U N D O  L G B T Q 

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      Outro ponto forte que eu não poderia deixar de citar, é a representatividade do universo Lgbtq em todo o desenho. A Rebecca Sugar usou de toda sua genialidade para inserir de forma delicada, mas sem perder a essência, casais Lgbtq por todo o desenho, trazendo à tona uma representação que era ignorada em praticamente todos os desenhos. Aos poucos os casais foram conquistando o amor e a simpatia de todos que acompanham a história, ganhando um espaço no coração de cada fã da série.

 4º  D E S C O N S T R U Ç Ã O   D A  M A S C U L I N I D A D E 

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      A masculinidade no desenho é representada de forma linda e delicada. O Steven mesmo sendo um herói ou o personagem principal não deixa de demonstrar seus sentimentos. Ele chora quando tem vontade e sempre tenta resolver os problemas com uma conversa. É simplesmente incrível de como ele passa para as crianças que assistem, principalmente os garotos, que não existe problema em ter fraquezas, que eles não precisam ser valentões e que não há problema em chorar, pois chorar e demonstrar o que sente, para o Steven, é sinal de força e coragem.

5º  P O D E R E S  D E  M U L H E R ?  A Q U I  N Ã O 

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      Em desenhos ou animações poderes de proteção, cura e suporte normalmente são dados às mulheres, mas em Steven não é bem assim. A arma do Steven é um escudo, ele tem dons de cura e de suporte, a cor da Gem do Steven é rosa e ele se sente muito bem com isso. A espada deixada pela mãe do Steven para ele lutar é dada por ele de presente para sua melhor amiga. Em Steven Universo não existe coisas que homem ou mulher podem fazer, todos podem ser o que quiser.

6º  C O N C E I T O  D E  F A M Í L I A , H I S T Ó R I A  E  M I S T É R I O S

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      Para finalizar, vou abordar mais três pontos que me fazem suspirar ainda mais por essa animação. O tópico família é abordado de forma grandiosa no desenho, o Steven é criado por 3 amigas de sua mãe (ou 4 né rsrs entendedores entenderam) e mesmo tendo o seu pai biológico presente em sua vida, ele mora no templo com elas, e pra ele, elas são a sua família, mesmo não possuindo nenhum laço sanguíneo eles se amam e se protegem como uma família feliz, que chute na cara das pessoas que acham que família se resume a homem mulher e filhos, hein?
      Os dois últimos tópicos, não menos importantes, são a história em si e os mistérios em volta dela, o desenho é bem leve, engraçado e bem construído, a história conquista quem a acompanha, cheia de mistérios e aventuras vividas pelo Steven e as Gems. Aos poucos os mistérios são revelados e novos vão aparecendo. Tudo isso torna Steven Universo um dos desenhos de maior força e representação das minorias sociais. 

      Gostou? Corre lá pra ver! o Steven está para lançar sua 5ª temporada, então dá tempo de maratonar tudo e acompanhar o lançamento da 5ª juntinho comigo. Se você também é como eu, amante de desenhos, animações ou séries, comenta aí abaixo suas favoritas, compartilha comigo que eu vou amar conhecer séries e desenhos novos. 

Espero que tenham gostado desse post, um abraço e um beijo,

Coelho🐰♥

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julho 10, 2017 No comentários











Sabe aquela pessoa que gosta de descobrir séries que ninguémmais assiste? Então, foi assim que eu encontrei essa maravilha que estreou em 2017. Foi ao ar pela primeira vez dia 28 de abril, ou seja, está extremamente nova (contando com apenas 7 episódios até o presente momento). 

Normalmente eu coloco uma regrinha sobre séries: tenho que assistir 3 episódios para que eu decida amar ou odiá-la, mas simplesmente antes mesmo da metade do primeiro ep eu já estava amando. Sem mais enrolações, vamos a série que tem um certo teor político, mas nada como House of Cards, por exemplo.


"Eu estava adormecida antes. Foi assim que deixamos acontecer. Quando massacraram o congresso, nós não acordamos. Quando culparam terroristas e suspenderam a constituição nós também não acordamos. Mas agora estou desperta."

 

Sinopse: The handmaid’s tale é baseada em um romance de Margaret Atwood, que no Brasil pode ser achado pelo nome de O Conto da Aia, pela editora Rocco, custa em média R$ 30. Ambos retratam uma realidade distopia que se passa em um futuro próximo, na República de Gilead – antigos Estados Unidos da América – em um governo teocrático e cristão. O regime possui uma rigorosa divisão social bem parecido com castas. A personagem principal é Offred interpretada pela Elizabeth Moss.

Deem uma olhada nesse teaser:


A série possui uma fotografia basicamente de outro mundo, é muito bem feita (e assim como Ju, também sou estudante de publicidade, então conta muitoo!) Os diálogos são curtos e bastante simples de serem entendidos, as atuações também são algo que deve ser levado em conta.

Os únicos pontos negativos que achei são:
  • Não tem na netflix :c (assisto pelo stremio)
  • Tem algumas cenas sem diálogos, só sons e imagem, o que me deixa um pouco desconfortável, mas fora isso é uma série que deve ser assistida por todos.

E aí? O que acharam da série? Conta pra gente aqui nos comentários, tá bom? Beijo!

Post feito pela linda Vitória Beatriz, a Vibe ♥

→ copyright
 Foto de abertura: divulgação
Texto: Vitória Beatriz
maio 30, 2017 No comentários


Olá, amantes de séries!

Eu sempre fui (e ainda sou) aquela pessoa que gosta das séries mais "bobinhas", sempre são aquelas séries que ninguém vê e nunca tem nas plataformas de filmes/séries que costumamos usar (entende-se por Netflix), mesmo assim sempre indiquei todas elas e quem se propõe mesmo a assistir acaba se apaixonando pela série também.

A que eu tenho para indicar hoje é uma série que, infelizmente, já foi cancelada, em 4 lindas temporadas, o que é bom para você maratonar tudo rapidinho e já ficar feliz por ter dado uma chance a essa série. Hart Of Dixie é uma série que fala sobre crescimento pessoal e, principalmente, sobre o quanto uma família é importante até para aquelas pessoas que acham o contrário, seja essa família como for.

Hart of Dixie nos mostra a história da Dra. Zoe Hart, uma médica que acabou de formar-se em Nova York e repentinamente aceita o convite de um estranho para trabalhar em uma clínica em uma pequena cidade do Alabama. Tudo na sua vida vira de cabeça pra baixo quando ela perde sua bolsa de estudos em Nova York e ela se vê apenas com um trabalho nesta pequena cidade.

Sendo assim, Zoe decide tentar a vida em Bluebell, a cidade com poucos habitantes onde todo mundo se considera família e as intrigas se espalham rapidamente, como esses moradores irão receber uma completa estranha? Acho que vocês já sabem dessa resposta. Além de ter problemas com um médico local, nossa protagonista descobre que de pacata essa cidade não tem nada. 

Ali ela encontra não apenas um caminho para sua vida, mas uma família que ela nunca teve de verdade, pessoas que acabaram por lhe acolher e encantar mesmo sendo comparadas com o brilho de Nova York. Ela descobre também mais sobre seu passado e entende melhor a relação conturbada existente entre ela e seus pais. 

Sinopse: Zoe Hart (Rachel Bilson) é uma verdadeira cidadã de Nova York, com tudo resolvido: médica recém-formada, trabalha na clínica de seu pai e pretende ser uma cardiocirurgiã tão boa quanto ele. Sua vida dá uma guinada quando ela descobre que seu verdadeiro pai era o Dr. Harley Wikles, que vivia em uma pequena cidade no interior do Alabama, chamada Bluebell. Quando o Dr. Wilkes faleceu e deixou sua clínica de herança para a filha, Zoe é obrigada a se mudar e deixar para trás sua vida agitada na metrópole para se acostumar à pacata rotina interiorana.

Hart of Dixie é capaz de ensinar muita coisa. Uma das maiores lições que tirei desse seriado é o quanto a arrogância pode te levar pra um abismo, que não tem sentido nenhum tentar se sentir superior quando sempre vai ter alguém que faz algo melhor do que você. Além disso, a importância da família, tudo o que você considera família, é a coisa mais bonita de toda essa história.

Eu não indicaria esta série aqui se não a considerasse incrível o suficiente, não deixem que a dificuldade de encontrá-la nas plataformas impeça de conhecer uma série como essa, que apesar de ter sido curtinha, tem muita história linda pra contar e com certeza vai ter alguém aqui que se apaixonará tanto quanto eu.

É isso, gente. Espero que assistam e voltem aqui pra me dizer o que acharam, certo? Me fala também se você já assistiu e se gostou tanto assim como eu.

Um beijo ♥

→ copyright
sinopse: adorocinema
foto: captura da série
maio 16, 2017 1 comentários

Em uma única palavra? INCRÍVEL

Nessa sexta feira a Netflix lançou a sua nova série Girlboss que fala sobre a empresária de moda Sophia Amoruso (sim, foi baseado em uma história real). Sophia, aos 22 anos, em uma crise existencial sobre entrar na vida adulta, está procurando sua real vocação na vida e tudo começa quando ela perde seu emprego mais uma vez.

Sophia começa a procurar outra forma de se sustentar e acaba encontrando sua paixão em garimpar roupas em brechós e revender na internet depois de um toque de produção. Ela vê várias vendedoras do eBay sem carisma e sem preocupação com uma identidade visual e decide pôr tudo isso em prática. Sophia se torna a queridinha do eBay e nem preciso dizer que ela se tornou um sucesso absoluto.

Girlboss pode parecer 1970 para os desavisados, mas tudo começa em 2006, em San Francisco, o visual da moça de 20 e poucos anos parece ter parado na década da disco music, enquanto seu carro escolheu a década seguinte, os anos 1980. É o começo do movimento hispter nos Estados Unidos, que hoje domina a região da costa Noroeste do país.


Falando da verdadeira Sophia Amoruso, a ideia dela deu tão certo que mais tarde Nasty Gal virou uma grande marca e ganhou sua primeira loja física faturando em torno de US$ 300 milhões em vendas, segundo a “Forbes”. A loja era super conhecida em Los Angeles e várias famosas como Lena Dunham e Kendall Jenner não saíam de lá.

Após escrever o livro #Girlboss, Sophia criou a Girlboss Foundation, onde ajuda várias mulheres inovadoras do mundo inteiro com suas criações. O destaque foi tanto que a atriz Charlize Theron resolveu produzir a série e chamar a Netflix para entrar nesse projeto. Vale muito a pena conferir esse novo lançamento.

E vocês? Já maratonaram tudo? Me contem se já assistiram e o que andam achando da série aqui nos comentários. 

Um beijo ♥

→ Copyright
Ajudinha neste post:
pizzadeontem
cinema.uol
Imagens:
captura da série | google
abril 25, 2017 No comentários
Resultado de imagem para nashville série
[foto/reprodução: série]

Há bastaaaante tempo eu venho querendo trazer este post pra vocês e sempre adiando, mas dessa vez enfim eu trouxe e finalmente iremos falar de Nashville.

Nashville é nada mais, nada menos, do que a série mais viciante da vida. Pra mim, pelo menos. Este seriado tem uma história totalmente diferente de todos os que você já viu, disso eu tenho certeza, e pra quem ama música, o que é inevitável não amar, vai adorar a história de Nashville tanto quanto eu.

Eu ainda não descobri quem é a personagem principal da série, e olha que foram 4 temporadas inteiras, mas acredito que seja Rayna James, uma lenda da música country para Nashville. Em meio a aparecimento de diversos e maravilhosos artistas temos, além dos nossos dramas familiares de cada dia, o mundo por trás dos negócios da música, o preconceito presente na maior parte do público country e os grandes sacrifícios feitos pelos nossos artistas. Ah! Muita música também! ♥

Nashville é uma série mais tranquila, sem muitos impactos, mas é uma série cheia de vida e muita história boa pra contar, capaz de cativar qualquer pessoa. Você não precisa ser um apreciador de música country para gostar da série, eu mesma não era, hoje em dia eu adoro as músicas da série, muitas estão até no meu celular. Além disso, você vai se prender com tantas histórias dentro de uma única série, cada personagem tem uma vida que, de alguma forma, todos se conectam.

Sinopse da série: Rayna James é uma lenda da música country, com uma carreira de fazer inveja a qualquer cantora. Entretanto, sua popularidade está começando a diminuir. Os fãs continuam na fila para conseguir seu autógrafo, porém ela não lota arenas como antigamente.
A gravadora de Rayna acredita que um tour de shows, em que a cantoria abriria para Juliette Barnes (uma jovem estrela em ascensão), seria o melhor para todos. O grande problema está no fato de que Juliette quer mesmo é roubar a atenção, sem pensar nas consequências. Ao mesmo tempo, Rayna não quer dividir o palco com uma garota desrespeitosa e sem talento.
Tudo isso leva a uma luta pela popularidade, em que a carreira de Rayna está em jogo. Será que a descoberta de uma talentosa compositora, Scarlett O’Connor, é só o que a veterana precisa par alavancar seu status?
Na vida pessoal de Rayna, as coisas também estão complicadas. O rico e poderoso pai, Lamar Hampton, quer que seu marido concorra para a prefeitura de Nashville, mesmo que isso seja contra sua vontade.

Em resumo: Nashville é uma das minhas séries favoritas por tudo isso que contei a vocês, tenho certeza que muitos de vocês irão amar tanto quanto eu. É uma série com muito amor, música e dramas, combinações ótimas para um seriado só. Não julgue a série por ser sobre um tema tão diferente do que estamos acostumados a ver, dá uma chance e quem sabe, não é mesmo?

Não esquece de me contar aqui depois o que achou, tá? Um beeeeijo ♥

→ Fontes
Sinopse: Minha Série
Foto: Captura da série
fevereiro 26, 2017 No comentários
Resultado de imagem para série 3%

Oi, gente!

Se vocês são pessoas normais e moradoras do planeta Terra vocês devem gostar de séries tanto quanto eu. Mas das séries que vocês assistem quantas são brasileiras? Acredito que pouquíssimas ou nenhuma. 

Este ano a Netflix lançou a sua primeira série brasileira, 3%, um thriller futurístico que mostra uma realidade não muito longe da nossa, em o que eu acredito ser um país, há uma grande parcela das pessoas que são muito pobres e com baixíssima qualidade de vida, o chamado lado de cá, e existe um lugar, o Maralto, onde pessoas selecionadas por um árduo processo podem passar a viver ali de forma melhor. 

Apenas 3% de milhares de pessoas que entram no processo conseguem passar a viver no outro lado, por esse motivo existe um grupo de pessoas da Causa que visam um país mais justo e com boa qualidade de vida para todos. 

Bom, é uma mistura de todas as melhores séries de filmes/livros americanas, como Jogos Vorazes, Divergente e Maze Runner, então já dá pra imaginar daí que a série é ótima.

A série além de ter uma ótima ideia, a questão da desigualdade, impacta os telespectadores com o que todos sabemos ser uma realidade em nosso país, a pobreza e a ânsia por uma vida melhor a qualquer custo. A série prende a sua atenção pela incrível produção e vai fazer com que você pense bastante à respeito de determinados assuntos. Dá até pra usar em redação de Enem, viu? Haha, Netflix também é cultura!

Eu assisti a primeira temporada da série, que tem 8 episódios e está inteiramente disponível na Netflix, em dois dias e já estou ansiosíssima pela segunda temporada. Foi uma série muito bem produzida, dirigida, e que tem tudo pra fazer um grande sucesso não só no Brasil.

Se você ainda não assistiu, sugiro que veja, se você gosta de todas aquelas séries de filmes que citei ali em cima você não vai se decepcionar. 

Não esquece de me contar o que achou da série, viu? Aqui nos comentários ou por qualquer uma das minhas redes sociais. Beijo ♥
dezembro 17, 2016 No comentários
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20 anos. Residente de Natal/RN. Capricorniana de coração mole e aspirante a publicitária. Amante do design e metida à escritora. Alguém que acredita na liberdade como substância e a leveza como essência.

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